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Comunidades envolvem se cada vez mais na tomada de decisão.

May 06, 2020

Comités comunitários de  Mapai, Mabalane e Chicualacuala, realizam  assembleia geral com objectivo de  prestação de contas aos comités distritais, deliberações dos planos de acção e orçamentos das actividades na qual participaram 144 membros  sendo 106 homens e 38 mulheres. Esta assembleia demostrou que   muitos membros dos comités comunitários  começam a ter maior sentido de propriedade das acções e envolvem-se cada vez mais na tomada de decisões sobre suas próprias prioridades e engajam se nos projectos de interesse comunitário. No entanto, há necessidade de continuar a apoiar os comités comunitários a todos os níveis para facilitar a criação dos órgãos em falta nos comités  para que haja mais  transparência no processo de tomada de decisão, bem como na gestão e uso dos fundos dos  projectos de desenvolvimento comunitário.

Poupança e credito um verdadeiro sucesso nas comunidades

May 06, 2020

Actualmente os programas de auto financiamento revelam se forte nas comunidades e são verdadeiros casos  de sucesso  em varios bairros, a pratica tem de raizar se   nas comunidades  abrangidas pelo Parque nacional do limpopo. O cedes através do projecto hluvulo acessora as comunidades  no estabelicimento  de grupos de poupança no primeiro ano  11 grupos foram alcançados e  houve um incremento de mais  26 grupos dos quais 22 em Massingir e 04 em Mabalane, totalizando 37 grupos onde cerca de  95% dos membros que compõm os grupos são mulheres, os membros  tem investidos o credito em pequenas actividades  comerciais onde obtem os lucros que por sua vez reinvestem para o melhoramento  das suas casas  e resolução  de algumas necessidades dentro do agregado familiar.

Saímos quando houver condições lá fora

May 06, 2020

As famílias residentes no interior do PNL não contestam o reassentamento, mas só aceitam sair das suas casas quando estiverem criadas melhores condições para a sua sobrevivência fora do parque. “As pessoas não têm problemas em sair, só querem condições

Algumas  famílias que saíram primeiro estão  a sofrer sérios problemas de água. “Quando saíram, foram prometidos escolas, água, machambas, casas, entre outros serviços, mas não têm nada disso. Só deram casas, cujos tectos estão agora a degradar-se. No entanto a falta de condições e um  dos factores que impossibilita a saida das comunidades para a zona de reassentamento, enquanto isso Algumas delas continuam a fazer o seu dia-a-dia normalmente, melhoraram as suas infra-estruturas, o que agrava os custos da sua compensação,  o agravamento dos custos de reassentamento também pode ser  influenciado pelo aumento do número de famílias residindo no interior do parque uma vez  que as famílias não são estáticas

Por exemplo, as famílias que foram reassentadas na vila de Massingir pediram o redimensionamento de mais talhões para os seus filhos, pelo facto de ter aumentado o número de jovens.

Estruturas comunitarias insatisfeitos auto organizam se para advocar sobre os seus direitos

May 06, 2020

Depois da criação do PNL em 2001, as autoridades decidiram reassentar parte dos habitantes residentes no interior do parque. Trata-se de cerca de seis mil pessoas residentes na zona turística e uma parte das que agora vivem na zona tampão do parque contudo este  processo de reassentamento não tem sido satisfatorio por  parte das comunidade estas mostram se revoltadas com a liderança do PNL por falta de cumprimento das suas promessas a quando das negociacoes para o inicio do  processo de reassentamento, dentre varios problemas que lhes afectam destacam se a falta de espaço suficiente para a pratica da agricultura que e a base para a sua sobrevivencia,para tal estes  reuniram  com a lideranca do PNL para descuntir os problemas  que a bastante tempo nao tem sido sanado pelos orgaos compententes  em revindicação dos seu direitos.

importa referir que é notável por parte destes comités, o conhecimento do seu papel, como interlocutor da comunidade perante o governo assim como ao nível do parque, mas também têm conhecimentos básicos sobre os seus direitos de reassentamento, o que lhe permite canalizar as suas preocupações ao PNL e ao governo distrital.

O Dilema de coabitar com fauna bravia

May 06, 2020

  • Viver nas redondezas de uma floresta, parque nacional ou reserva natural, significa ir a cama sem ter a certeza do dia seguinte, Os residentes do PNL  vivem numa situação de incerteza quanto a segurança do seu gado, uma vez que este sempre corre o risco de ser atacado por leões devido ao aumento  da densidade da população da fauna bravia , o conflito homem  fauna bravia esta cada vez mais a agudizar se, (este é um verdadeiro  dilema que residentes do interior do Parque Nacional de Limpopo (PNL) enfrentam), "Os leões costumam atacar o gado bovino, e quando isso acontece nós colocamos armadilhas e caçamo-los”, disse Andre Jossias adjunto do lider comunitario do povoado da machamba, Entretanto, a caça dos leões é uma questão de autodefesa, uma vez que os aldeões sabem quão é importante a vida para esses animais, bem como para os ecossistemas." O cedes através do projecto hluvuka advocou para a realização de  encontros  para alinhamento das estratégias de negociações entre a comunidade e a lideranca  do PNL em relação ao ataque do gado bovino e pessoas por animais bravios  essa intervenção ajudou na busca de solução para um problema que criava descontentamento nas comunidades tendo sido elas compensadas.

Gaza - Comunidades Afectadas pelo PNL em Chicualacuala usam tijolos melhorados

A construção das unidades de produção de tijolos nas comunidades de Licenga, Matsilele e Mbuzi, têm contribuído para que as famílias residentes ao longo desta região melhorem as suas condições de habitabilidade e a imagem das aldeias. Desde 2016, as casas feitas com material precário começam a dar lugar a construções relativamente melhores, feias de tijolos.

Para o efeito, foram treinados quatro formadores comunitários do distrito de Chicualacuala durante 15 dias, dos quais seis dias na província de Inhambane, numa primeira fase, e a segunda fase durou nove dias nas comunidades de Mbuzi, Matsilele e Licenga para a construção dos fornos e a respetiva testagem.

“Fomos a Inhambane aprender a fazer tijolos que contém buracos, visto que aqui na nossa aldeia o tijolo que produzimos é muito pesado. Então, chegados a Inhambane aprendemos novas técnicas de produção de tijolos. Depois da formação fomos oferecidos pelo CEDES um Kit de produção. Com as ferramentas iniciais repliquei os conhecimentos adquiridos ensinando a outras pessoas. No total, ao nível da aldeia estamos a trabalhar em um grupo de 10 pessoas”. Relata  Clara Baloi, uma das formadoras de formadores para a produção de tijolos queimados.

Alminha Andrisse, residente em Licenga, que é membro da associação que beneficiou da replica da formação recebida por Carla Baloi diz que “A formação da Carla está a ajudar no melhoramento das nossas casas, com construções cada vez mais resistentes”.

 

Edson Chauque residente em Pafuri, é também beneficiário da replica da formação, diz que os tijolos já tem mercado na aldeia. A primeira produção foi comprada pela Escola primária local para o melhoramento das casas de banho. Depois disso, têm conseguido clientes preocupados em melhorar suas casas, pelo que agradece pelo aprendizado.

A mesma opinião é comungada pelo líder de comunitário da aldeia de Mbuzi em Pafuri o qual diz que “gostaríamos que esta iniciativa fosse avante, porque despertou consciência em muitos aldeões para o uso de tijolos com buracos para o melhoramento de suas casas”

GAZA - APICULTURA, UM SUCESSO EM MASSINGIR

António Francisco aprendeu a praticar apicultura na Africa do Sul, ao regressar ao país tentou por muito tempo praticar esta atividade e sem sucesso por falta de meios materiais apropriados, mas por sorte o CEDES veio com a solução.

“Quando me encontrei com os técnicos do CEDES mostraram todos os caminhos e prometeram ajudar com kit de apicultura. Assim, me aproximei deles e voluntariei-me para abraçar a apicultura. Sendo assim, fizeram avaliação das minhas habilidades, onde lhes provei que tinha domínio da matéria, e concordaram em apoiar-me, ofereceram 3 colmeias que fui colocar no mato e entraram as abelhas no verão de 2016.”

Continuando disse que “nessa altura, os técnicos do CEDES disseram que não acreditavam que houvesse alguém com aquelas habilidades em Massingir.”

Hoje a produção do mel em Massingir é uma actividade de sucesso. O objetivo do nosso apicultor é a venda do mel para o auto sustento sem perder de vista a transferência de conhecimento para as novas gerações de modo à garantir a continuidade da produção

“Quero e fico feliz que não seja eu o único a produzir mel, mesmo que seja para expandir o conhecimento para outros distrito, eu posso lhes ensinar. No entanto, tenho ainda por agradecer ao CEDES pelo apoio”  Emocionado disse ele.

A produção do mel insere-se nas actividades para o aumento da renda das famílias afectadas pelo PNL  no âmbito do projecto Lhuvuka-PNL implementado pelo CEDES. 

Actualmente nas comunidades existem dez  apiários consolidados  com uma produção média anual de 5kg de mel por colmeia ano. O mel tem aceitação no mercado mas os apicultores almejam  colocar em outros mercados onde tenha mais valor comercial.

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